Nem só de ritmos estrangeiros sobrevive o homem, mais ainda de quando estamos falando de homens nordestinos, como de fato sou. Por isso mesmo e em especial as festas juninas que estão bastante próximas, quero apresentar o precioso trabalho dos músicos arcoverdenses, “Os Pariceiros”.
Um forró tradicional, pé de serra, que resgata a musicalidade do conhecidíssimo Luiz Gonzaga.

No seu primeiro álbum, “Além do pé-de-serra”, as seguintes faixas:
1. Festa Encantada. (George Silva)
2. Além do pé-de-serra. (George Silva)
3. Envolta da Fogueira. (George Silva)
4. Travisseiro de Fulo. (George Silva)
5. Gemedeira. (Zenilton)
6. Hô de Lá. (João Silva)
7. Xote dos cabeludos. (Luiz Gonzaga)
8. Eu quero meu amor. (Assisão)
9. Dona Tereza. (Azulão)
10. Me da meu coração. (Accioly Neto)
Clique aqui para baixar o cd “Os Pariceiros - Além do pé-de-serra”
P.S: Um grande abraço pro amigo, poeta e vocalista George Silva.
Como ele mesmo diria: Saudações Sertanejas!
Judas Priest - Breaking the Law
Black Sabbath – Heaven and Hell
Iron Maiden - The Trooper
Metallica - Master of Puppets
Grave Digger – Excalibur
Dio - Holy Diver
Judas Priest - You’ve Got Another Thing Comin’
Diamond Head - Am I Evil
Accept – Metal Heart
Girlschool - Emergency
Manowar – Warrior of the World United
Deep Purple – Perfect Strangers
P.S: Apesar de clássicos, maioria dos clipes são toscos.
E outros virão…
Ontem, dia 9 de maio de 2008, o céu nascia em dia triste, mas merecido de música, de música erudita.
Deixo aqui minha pequena homenagem a um grande homem que trabalhou em favor de nossa nação e que era apaixonado conhecedor de música clássica.

( 1936 - 2008 )
“Música é vida interior, e quem tem vida interior, jamais padecerá na solidão”.
(Arthur de Távola)

Tonny Cajazeira é o grande clichê dos Indies!
Cabelo desarrumado, aquele jeito calmo de olhar pra tudo, se veste com roupas tipo anos 60/70 com allstar velho e surrado de cor desbotada desconhecida, ama rock alternativo com influência britânica ou hardcore leve (se é que é possível isso haha), curte filmes cult do tipo “Linéia no Jardim de Monet”, aprecia arte e literatura vanguardista, tem uma banda chamada The Tecees onde toca com sua guitarra Fender Old Telecaster Vintage bege, alguns covers desconhecidos dos Beatles, músicas lentas e/ou canções próprias e desconhecidas com seus amigos de escola viciados em café, coca-cola e poemas de Thoreal.
Ele é realmente uma figura!
Post dedicado às “gracinhas” da Lary e da Pri, adoro elas.
(Lembrou-me a Hebe Camargo falando em seu estúpido programa de tv aberta, eu sei. ¬¬)
OBS: Tonny Cajazeira e sua banda The Tecees, vivem na cidade desconhecida de Bom Jesus das Selvas no Maranhão.
Tem sido dias chuvosos, bem daqueles que eu gosto.
Nessas mudanças de rotina apropriada para tal,
as paredes vão me sufocando ao contrario,
é bom, prazeroso, aroma do novo, como canja.
Tenho a certeza nítida que estou chegando a um Free Your Mind.
Não vou colocar o nome da minha mãe exposta na bomba,
mesmo que a certeza do acontecer seja uma galeria de arte.
O trajeto não é externo.
O trajeto sou eu mesmo.
Lendo e ouvindo muito Drummond.
É como poesia viva, como poesia viva.
E agora José? E agora Zin?
Tem uma pedra no meio do caminho,
no meio do caminho tinha uma pedra…

Virou moda ser o outro lado da moeda.
Que mundo injusto esse não é mesmo?
Não faço parte desses grupinhos ridículos que manifestam inconscientemente a impotência de não serem inteligentes o bastante para criar suas próprias formas e cores.
E já me disseram muito.
Se já não me disseram o tudo.
Que eu, minha “filosofia barata” e tudo que me traduz, é simplório demais, ridículo e antiquado.
Que nunca seria capaz de viver bem por somente ser.
Que deveria morrer só com meus demônios.
Eu até lembro bem quando me disseram isso.
Mas vejam só, agora estão transformando tudo isso que vivo intensamente em uma coisa bonita e apreciável. Cheias de suas estapafúrdias neologias inglesas, especificando o inclassificável, o não-recomendável, o feio.
Podem zombar de mim.
Rindo ou acoitando minha racionalidade.
Pois estou parecendo á primeira vista, uma piada dadaísta…
Eu tenho mesmo que me fazer de idiota, pois eu não sou eu por uma questão estética, sou eu por exatamente fazer sentido as pessoas que amo, por ser mais humano dessa forma.
Por: Zin Carvalho
Fastio, vazio,
percebe-se a noite.
Tão calada,
no canto da esquina,
nem parece existir,
quieta demais.
Por: Zin Carvalho
Meu poema está morto do enfarto
sem rima, sem beleza.
A caneta é só o instinto
Sendo velado na minh’alma…
Tendo que sorrir para os corvos
Eu curvo, sem rima, sem beleza
vejo o quanto é absurdo
meu eu triste ficar
E quase caçando palavras no vocabulário limitado,
De tão cansado que estou,
Vivo pedindo pro branco papel me ajudar.
