
(d’après Munch)
Eu tinha que postar algo sobre.
Enxergando além das janelas.

(d’après Munch)
Eu tinha que postar algo sobre.

Para ser empático com o nosso prefeito, tentei achar uma justificativa nobre para os problemas da gestão atual, como uma espécie de experiência cientifica, joguei algumas horas de Simcity enquanto bebendo qualquer distração alcoólica, emulava varias situações que condizem com o cenário real.
De madrugada, ás 3:30 da manhã, quando minha mente estava funcionando como um avião em efeito Doppler e minha cara jogada em cima do teclado, acordei e finalmente olhei pro monitor. Vi uma cidade em catástrofe. Estradas aos buracos, saldo negativo nas contas de todos os setores e algumas outras coisas mui semelhantes à realidade. No jogo, o hospital parou de funcionar e dois presídios, propositalmente instalados perto do centro, abarrotado de gente em rebelião, sem falar da parte nonsense da brincadeira onde um dinossauro gigantesco sambava e destruía tudo por onde passava, inclusive a prefeitura.
Então, inicialmente eu me senti uma negação política para o “povão virtual”, fiquei desesperado com toda aquela cena. Um pouco depois de a minha razão estar retornando, percebi que aquilo era só uma simulação (LOL), era procurar o botão de recomeçar o jogo e pronto, mas decidi desligar o computador, estava cansado de bancar o prefeito.
Entendi que da mesma forma que um motorista embriagado pode atropelar pessoas, um prefeito pode atropelar o desenvolvimento.
Para dar uma de prefeito, baixe o jogo Simcity clicando aqui.
Teatro é algo que eu admiro muito, até porque, tem uma linguagem muito instrumental, e mesmo assim, estabelece mais comunicação que um filme cheio de efeitos especiais. (não retirando o valor do cinema). Teatro é algo que está intrinsecamente ligado com a criação de um pensamento artístico e contextualizado ao início da sociedade moderna.
Sendo assim, gostaria de evidenciar especificamente algo que está perto de mim, pois nesses últimos anos, estou tendo a oportunidade de ver mais peças de teatro.
Quando eu era criança, com meus 9 ou 10 anos, minha imaginação estava a mil depois que vi de perto um grupo de teatro. Era a peça de Luiz Felipe Botelho, “O Menino Minotauro”, algo que me marcou muito, foi uma peça belíssima.
O grupo que apresentou esta peça, hoje está inativo, lembro-me até que o diretor da peça (já falecido) era amigo de meu pai. O mesmo deixou uma boa semente plantada, já que o Teatro de Retalhos, grupo que apesar de ter outro diretor e atores, vieram da mesma casa, o Sesc.


Faz poucos dias que assisti pela segunda vez, “O Despertar da Primavera” de Feank Wedekind pelo grupo citado acima, e na última ocasião, havia muitas crianças, que embriagadas de tanta inocência, não piscavam os olhos, atentando a todos os detalhes, e eu com elas.
Na verdade, voltei no tempo, pois as duas peças abordavam temas intrigantes de uma forma muito especial, eram realmente um pouco parecidas.
Em Buíque, foi o segundo ano com o mesmo projeto de apresentações de teatro, e isso tem me agradado muito, pois além de grupos de outras cidades, alguns atores buiquenses participaram.
Para conhecer mais sobre o trabalho do Teatro de Retalhos, clique aqui.
Sangue, tripas, milho mal digerido, pescoços que giram, gritos de horror…
Quem não adora filmes com temática violenta?
Sou fã desses “horror survivor” onde zumbis/monstrengos saem de seus buracos para comer cérebros que parecem com geléia de uva noite a dentro. É completamente fascinante!
No Brasil, atualmente esses roteiros são tratados como tosquice séria, não se tornam febre nos cinemas, nem ganham eternos fãs. Já no Japão, eles investem pesado nesse tipo de coisa e geralmente muitos desses filmes têm resultados bons aqui no ocidente, eles inovam sempre, sempre há uma forma de supreender.
Encontrei a pouco, um curta-animação feito de massinha. Sim… Igualzinho aos que passam na TV Cultura, só que muito, muito, mas muito mais grotesco que os filmes que agente costuma assistir por aí.
Chainsaw Maid, de Takena Nagao.
Tarantino que se cuide.
Trocando bigodes por óculos escuros e macacão vermelho por terno listrado, seja nesse remake fudido do Super Mario World, nada menos que o novo presidente dos “istaduzunidos” em sua corrida presidencial.
Atentem para as músicas e objetos do jogo. :D


Eis aqui um daqueles humanos que agente pode gastar o tempo que for necessário para conversar sobre música.
Júlio Ferraz, ou melhor… O próprio emblema do Novanguarda, é um musico ousado e criativo da cidade de Floresta, PE.
E é algo que me faz pensar, como é que um único cara, após a saída de todos os integrantes da sua banda, consegue manter o som que faz e ganha tanto respeito e admiração do publico de forma tão simples e honesta?
Pois então, o Novanguarda pode se considerar um simbolo de resgate ao bom rock n’ roll dos anos 60/70 e não deve nada a ninguém.
Alias, Júlio não deve.
Para baixar o compacto “Razões para nós dois”, clique aqui.

http://www.myspace.com/novanguarda
1. Razões para nós dois.
2. Quebra-Cabeça.
3. Vira pó.
4. Tudo parece novo.

Prometo Flávinho, não vou dizer a ninguém.
A política buiquense é um grande circo mesmo.
Atualmente, de uma única vez, as massas intelectuóides se movem como micróbios ao direito de relatar cada evento proposto, e alguns outros estão totalmente absorvidos pelas brincadeiras verborrágicas e meio-infames desses alteregos virtuais em blogs, em websites mal configurados, em comunidades do orkut.
E o povo? Vive especulando, vive a política nas portas de casa.
Há quem diga: Mas isso sim é a política, “são as cabeças pensantes”, prontas para a raciocinar em prol da “mudança”.
Como conhecedor das regras ortográficas e da redação, posso dizer que realmente essas figuras redigem com excelência, até mais que eu. Mas essa mudança que falava a pouco, é uma mudança desunida, cheia de rótulos, preconceituosa…
Ficam todos resgusmando cobras… alias, resmungando cobras.
Um diz “Yellow-acéfalo”, outro diz “Bajuladores” e por assim vai…
São todos partidaristas, pronto, falei…
Mas já que o negocio pegou pesado, o mercado está favorável e todo mundo de uma hora pra outra virou blogueiro, vamos lá acompanhar essas joças e ver o que acontece.
Aqui em baixo, os mais conhecidos:
Buicano: Raio-x Sobre Buique
D.Gusmão
O Império das Cobras
Maximus – Um súdito do rei
Fico “Estrogonoficamente sensílvel” ao escutar um discurso político dessa qualidade. Parece a prévia da primeira reunião dos novos vereadores buiquenses.
;D
Tivemos neste dia 5 de outubro de 2008, o famoso show da democracia, as eleições municipais.
Okay… Vou mentir pra que?
Minha candidata perdeu feio e a diferença de votos foi esmagadora.
Estou aqui pra ser sincero na mesma medida que também estou sendo corajoso ao dizer:
O povo assim quis.
É o povo quem coloca, é o povo quem tira.
Mesmo em uma inconsequente escolha.
Em meio a minha prematura visão à respeito, enfim colocaram um “incircunciso filisteu”, só de nome.
Mas não é porque, que o agora prefeito Jonas Camelo ganhou, que nós da oposição, vamos deixar tudo para trás, tudo que foi construído e pensado.
Vamos torcer e também cobrar por um Buíque melhor, um Buíque melhor que o da gestão passada.
Li o plano de governo dos dois mais fortes candidatos e sei quais foram as propostas além das entrelinhas…
Os jovens sérios, bons de verdade, que pensam num futuro, daqueles que tem verdadeiras propostas de melhoria, com estudo, com condição financeira, com caráter e outras… Se conseguissem levantar estacas, verdadeiras agulhas contra esses grupos políticos cheios de joguetes, não seriam apoiados nunca. Não seriam apoiados pelo próprio povo.
E eu não vou dizer o motivo disso, porquê seria muito grosseiro, apesar de autêntico e merecido.
Pra dizer a verdade, as atitudes do povo daqui me deixam sempre mais e mais deprimido, se nas palavras, se nos gostos e também na influente política sem nexo. O pobre perfil da cidade de interior onde todos se divertem com seus cavalos, vaquejada, suas fedidas “kengas” e pitu, muito pitu na mesma situação.
O povo não tem consciência, pois pra eles importou ter somente um jovem no poder, e não um bom jovem. Importa também, falando do outro lado, que é mais importante ter um prefeito que só media sua gestão em grandes festas, à “pão e circo” e deixara a saúde do município padecer deitada em cama de larvas, larvas dos defuntos.
Aham… Vocês acham que eu estou só de um lado, seus alienados?
Muito pelo contrário, eu sou do lado de quem faz Buíque ser um lugar invejável.
Um lugar onde faz aqueles vizinhos calarem a boca.
Para eles não poderem dizer: Buíque é um lixo!
É o caso: Se já estou no inferno, então vamos abraçar o capeta.
Eu desejo mesmo boa sorte pro “menino esmagador” em sua futura gestão de 2009-2012, vai que esse nome pega, como também pegou no “Peito de Aço”, seu falecido pai.
Hell on Earth!
Saibam disso.
Abraço a todos e até lá.