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Simulando a politiquice.

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Para ser empático com o nosso prefeito, tentei achar uma justificativa nobre para os problemas da gestão atual, como uma espécie de experiência cientifica, joguei algumas horas de Simcity enquanto bebendo qualquer distração alcoólica, emulava varias situações que condizem com o cenário real.

De madrugada, ás 3:30 da manhã, quando minha mente estava funcionando como um avião em efeito Doppler e minha cara jogada em cima do teclado, acordei e finalmente olhei pro monitor. Vi uma cidade em catástrofe. Estradas aos buracos, saldo negativo nas contas de todos os setores e algumas outras coisas mui semelhantes à realidade. No jogo, o hospital parou de funcionar e dois presídios, propositalmente instalados perto do centro, abarrotado de gente em rebelião, sem falar da parte nonsense da brincadeira onde um dinossauro gigantesco sambava e destruía tudo por onde passava, inclusive a prefeitura.

Então, inicialmente eu me senti uma negação política para o “povão virtual”, fiquei desesperado com toda aquela cena. Um pouco depois de a minha razão estar retornando, percebi que aquilo era só uma simulação (LOL), era procurar o botão de recomeçar o jogo e pronto, mas decidi desligar o computador, estava cansado de bancar o prefeito.

Entendi que da mesma forma que um motorista embriagado pode atropelar pessoas, um prefeito pode atropelar o desenvolvimento.

Para dar uma de prefeito, baixe o jogo Simcity clicando aqui.

Violência é massinha, né?

Sangue, tripas, milho mal digerido, pescoços que giram, gritos de horror…

Quem  não adora filmes com temática violenta?

Sou fã desses “horror survivor” onde zumbis/monstrengos saem de seus buracos para comer cérebros que parecem com geléia de uva noite a dentro.  É completamente  fascinante!

No Brasil, atualmente esses roteiros são tratados como tosquice séria, não se tornam febre nos cinemas, nem ganham eternos fãs. Já no Japão, eles investem pesado nesse tipo de coisa e geralmente muitos desses filmes têm resultados bons aqui no ocidente, eles inovam sempre, sempre há uma forma de supreender.

Encontrei a pouco, um curta-animação feito de massinha.  Sim… Igualzinho  aos que passam na TV Cultura, só que muito, muito, mas muito mais grotesco que os filmes que agente costuma assistir por aí.

Chainsaw Maid, de Takena Nagao.

Tarantino que se cuide.

Fiquei ob-SESC-ado com isso!

Ontem em Buíque, um dia histórico, dia de inauguração do Sesc Ler em sua segunda fase. O povo buiquense ficou surpreendido com a imensidão do projeto que antes não passava de uma idéia na cabeça de alguns dos nossos melhores visionários.

As instalações direcionadas para esportes e educação, trazem a cidade para uma nova realidade.

Acompanhei parte das construções, lembro quando o estádio com aparentemente a capacidade de 6 mil pessoas, parecia em sua fase inicial, uma arena de gladiadores com o chão de barro pisado.

Quando entrei no ambiente já pronto, aquela graminha verde, pessoas e mais pessoas subindo as arquibancadas ansiosas para o jogo, os flashes das câmeras disparando da área da imprensa… Pensei que estava em outra cidade, mas não em Buíque.

O perseverante time buiquense do Cultural, jogou com o Sport de Recife e também com um time da vizinha Ibimirim, não sei do resultado, mas deve ter agradado, ou não.

Antes disso, tivemos uma corrida no mínimo curiosa, o conhecido advogado Carlos, marcou presença e competiu com outros atletas, fazendo com que o povo começasse a gritar em seu favor, um só coro esportivo: “VAI, VAI, VAI!”.

O engraçado mesmo ficou por conta da sua colocação, que não foi muito boa, perdendo até pra um garoto com mais ou menos 12 anos, o Joel. Mesmo assim, participou e entrou na história desse dia.

Falando em crianças, foi construído um parquinho bem simples, mas muito confortável e bonito.

Lembrou-me de outra inauguração à muito tempo atrás, a do parque do clube municipal na gestão do ex-prefeito Blésman Modesto, um favorzinho que ele fez aos seus antigos eleitores mirins, hoje eleitores de outras situações. Falo por mim.

Algo importante é um espaço reservado para construção de novas salas de aula na 3ª e última fase.

É exatamente aí onde percebe-se o lema de responsabilidade social que este serviço defende, algo que eu também defendo e luto com unhas e dentes.

Fico feliz e grato pelos responsáveis e facilitadores políticos.

Abraço a todos e desculpem o péssimo trocadilho do titulo.

Sadabi, Buíque e cambojanos malucos.

Como vocês já perceberam, dou maior enfoque aos assuntos ligados a minha cidade natal, tenho uma grande preocupação com ela e por isso mesmo, este blog à seu serviço, também é um instrumento informativo sobre a cultura local.

Buíque é uma das terras com mais figuras folclóricas, engraçadas e/ou misteriosas.

Temos o “galego do cigano”, um tipo de Damião-Experiência-folk-neo-experimentalista que mistura em suas canções, temas de política, polícia, casos de amor ferrados, canções sobre jornadas no sertão e o famosa “tirolei” dos alpes.

Outra figura intrigante, o Índio Jurandir, que construiu uma casa bastante rústica, nos buracos das rochas do vale do Catimbau, digo, algo expressamente pré-histórico para uma pessoa como ele. Fora isso, contribuiu muito para a preservação do parque e foi o precursor do turismo naquela região.

Mas certamente, nada ou ninguém vai se comparar ao Mestre Sadabi, “em verdade vos digo” que este senhor, com sua proposta filosófica/metafísica, fez muitas pessoas acreditarem que o próprio era Deus!

Sadabi Alexandri de Farias Rei.

Sadabi Alexandri de Farias Rei.

Ora, ora, ora… Eu já vi isso em algum lugar…
Canudos, Padre Cicero, Egito Antigo e Apocalypse Now!
Poxa, então ele é o Coronel Kurtz Brasileiro?!

Pois bem, “Meu-Rei”, como era conhecido, fez um trabalho milagroso na terra dos Breus, ou melhor, na fazenda Porto Seguro, onde deixou um grande acervo texto-religioso chamado Teologia Divina, (que está disponível para leitura aqui), escrito pelo seu fiel relator Edvaldo, além de uma invejável construção que eles chamam carinhosamente de “Palácio” ou “Casa de Deus”, e sim, acreditem, o velho Sadabi também criou uma moeda local chamada ETERNO, cuja Polícia Federal não gostou nenhum pouco e o resto vocês já podem imaginar…

O interessante é que o nome pega bem, imaginem aí comigo: Sadabismo, ou melhor ainda, Igreja Sadabiana da Teologia Divina do Terceiro Milênio dos Breus. Pega bem mesmo, uma concorrência forte para a Igreja dos Santos dos Últimos Dias (Mórmon).

Infelizmente, em 1999, com seus 116 anos, Sadabi veio a falecer e foi enterrado no seu próprio Palácio. Mas já deixara seu legado para um novo Sadabi, que nascera em 1996 para dar continuidade ao trabalho de dominação mundial em 2040. E ele deve estar por aí, em algum lugar… (Fundo musical de mistério)

Gostaria de mandar um abraço ao amigo Edvaldo, que preserva a imagem e história desse ícone religioso através de sites e de textos publicados.

Conversa Gamer.

Chego à conclusão que as produtoras já não fazem jogos como antes. Hoje essa revolução gráfica leva a experiência do Gamer em termos de jogabilidade, para um segundo plano.

Não entendam mal, não estou dizendo que jogos de Atari 2600 são melhores que os títulos de outros consoles mais atuais, porém, com tantos Timeshift, Farcry e Crysis da vida, fica realmente difícil para os clássicos continuarem intactos, tipo Sonic ou Mario.

Vem a mente: Publico alvo, seu imbecil!

Sim, eu sei que fica estranho para um cara de 30 anos, ficar mais empolgado com um jogo de plataforma imbecil “pra-frente-e-pula”, no lugar de um FPS com comandos até pra fazer o personagem peidar as próprias tripas e jogar baldes de sangue percorrendo os lados da tela.

A série Call of Duty como exemplo disso; Um jogo impressionante, mas no quesito das missões, tem a “metralhável” falha de vir com poucas fases. Quando você está pegando o jeito da coisa, depois de algumas realistas missões, o infeliz termina e se você quiser mais do mesmo, terá que comprar as expansões.

Onde estão os jogos como Chrono Trigger? Que infelizmente não entendo o porquê da empresa responsável, a Enix, não dar continuação desde 95, quando o console ainda era o Super Nintendo.

Se para o bom entendedor meia palavra basta; pro bom gamer, meio jogo basta?

Depois temos o aclamado Age of Empires, que depois da segunda versão, programaram um outro motor gráfico e o jogo não ficou com o mesmo gosto, não que o Age of Mythology seja ruim, mas aquela história contextualizada demais, ficou parecendo um curso básico de história.

Réquiem

Ontem, dia 9 de maio de 2008, o céu nascia em dia triste, mas merecido de música, de música erudita.

Deixo aqui minha pequena homenagem a um grande homem que trabalhou em favor de nossa nação e que era apaixonado conhecedor de música clássica.

Arthur de Távola

( 1936 – 2008 )

“Música é vida interior, e quem tem vida interior, jamais padecerá na solidão”.
(Arthur de Távola)

Poema – Tédio

Por: Zin Carvalho

Fastio, vazio,
percebe-se a noite.
Tão calada,
no canto da esquina,
nem parece existir,
quieta demais.

Poema – Empurrão

Por: Zin Carvalho

A ousadia besta encobre o medo
Nos passos cautelosos do relógio
Na inquietude estática do sem jeito
Que pra cima olha, esperando a hora chegar

O momento certo de agir,
para o bem de todos,

Agora ou nunca
Quem saberá?

Um empurrão pra tudo acontecer

Para o bem alheiro, parabéns!
Nobreza imunda essa é que vemos,
Metralha maus verbos no sujeito,
Quer mudar o que não pode ser mudado,
Pra não dar no resultado catastrófico.

Concluo que seja exatamente assim:
Fechamos as portas como fossem olhos
Mas sabemos que desgraças acontecem
Sabemos mesmo…