Por: Zin Carvalho
Meu poema está morto do enfarto
sem rima, sem beleza.
A caneta é só o instinto
Sendo velado na minh’alma…
Tendo que sorrir para os corvos
Eu curvo, sem rima, sem beleza
vejo o quanto é absurdo
meu eu triste ficar
E quase caçando palavras no vocabulário limitado,
De tão cansado que estou,
Vivo pedindo pro branco papel me ajudar.