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Da-lhe algo.

Tivemos neste dia 5 de outubro de 2008, o famoso show da democracia, as eleições municipais.

Okay… Vou mentir pra que?
Minha candidata perdeu feio e a diferença de votos foi esmagadora.

Estou aqui pra ser sincero na mesma medida que também estou sendo corajoso ao dizer:

O povo assim quis.
É o povo quem coloca, é o povo quem tira.
Mesmo em uma inconsequente escolha.
Em meio a minha prematura visão à respeito, enfim colocaram um “incircunciso filisteu”, só de nome.

Mas não é porque, que o agora prefeito Jonas Camelo ganhou, que nós da oposição, vamos deixar tudo para trás, tudo que foi construído e pensado.

Vamos torcer e também cobrar por um Buíque melhor, um Buíque melhor que o da gestão passada.

Li o plano de governo dos dois mais fortes candidatos e sei quais foram as propostas além das entrelinhas…

Os jovens sérios, bons de verdade, que pensam num futuro, daqueles que tem verdadeiras propostas de melhoria, com estudo, com condição financeira, com caráter e outras… Se conseguissem levantar estacas, verdadeiras agulhas contra esses grupos políticos cheios de joguetes, não seriam apoiados nunca. Não seriam apoiados pelo próprio povo.

E eu não vou dizer o motivo disso, porquê seria muito grosseiro, apesar de autêntico e merecido.

Pra dizer a verdade, as atitudes do povo daqui me deixam sempre mais e mais deprimido, se nas palavras, se nos gostos e também na influente política sem nexo. O pobre perfil da cidade de interior onde todos se divertem com seus cavalos, vaquejada, suas fedidas “kengas” e pitu, muito pitu na mesma situação.

O povo não tem consciência, pois pra eles importou ter somente um jovem no poder, e não um bom jovem. Importa também, falando do outro lado, que é mais importante ter um prefeito que só media sua gestão em grandes festas, à “pão e circo” e deixara a saúde do município padecer deitada em cama de larvas, larvas dos defuntos.

Aham… Vocês acham que eu estou só de um lado, seus alienados?
Muito pelo contrário, eu sou do lado de quem faz Buíque ser um lugar invejável.
Um lugar onde faz aqueles vizinhos calarem a boca.
Para eles não poderem dizer: Buíque é um lixo!

É o caso: Se já estou no inferno, então vamos abraçar o capeta. :P

Eu desejo mesmo boa sorte pro “menino esmagador” em sua futura gestão de 2009-2012, vai que esse nome pega, como também pegou no “Peito de Aço”, seu falecido pai.

Hell on Earth!
Saibam disso.

Abraço a todos e até lá.

Fiquei ob-SESC-ado com isso!

Ontem em Buíque, um dia histórico, dia de inauguração do Sesc Ler em sua segunda fase. O povo buiquense ficou surpreendido com a imensidão do projeto que antes não passava de uma idéia na cabeça de alguns dos nossos melhores visionários.

As instalações direcionadas para esportes e educação, trazem a cidade para uma nova realidade.

Acompanhei parte das construções, lembro quando o estádio com aparentemente a capacidade de 6 mil pessoas, parecia em sua fase inicial, uma arena de gladiadores com o chão de barro pisado.

Quando entrei no ambiente já pronto, aquela graminha verde, pessoas e mais pessoas subindo as arquibancadas ansiosas para o jogo, os flashes das câmeras disparando da área da imprensa… Pensei que estava em outra cidade, mas não em Buíque.

O perseverante time buiquense do Cultural, jogou com o Sport de Recife e também com um time da vizinha Ibimirim, não sei do resultado, mas deve ter agradado, ou não.

Antes disso, tivemos uma corrida no mínimo curiosa, o conhecido advogado Carlos, marcou presença e competiu com outros atletas, fazendo com que o povo começasse a gritar em seu favor, um só coro esportivo: “VAI, VAI, VAI!”.

O engraçado mesmo ficou por conta da sua colocação, que não foi muito boa, perdendo até pra um garoto com mais ou menos 12 anos, o Joel. Mesmo assim, participou e entrou na história desse dia.

Falando em crianças, foi construído um parquinho bem simples, mas muito confortável e bonito.

Lembrou-me de outra inauguração à muito tempo atrás, a do parque do clube municipal na gestão do ex-prefeito Blésman Modesto, um favorzinho que ele fez aos seus antigos eleitores mirins, hoje eleitores de outras situações. Falo por mim.

Algo importante é um espaço reservado para construção de novas salas de aula na 3ª e última fase.

É exatamente aí onde percebe-se o lema de responsabilidade social que este serviço defende, algo que eu também defendo e luto com unhas e dentes.

Fico feliz e grato pelos responsáveis e facilitadores políticos.

Abraço a todos e desculpem o péssimo trocadilho do titulo.

Das ist eine Lied.

Frederich Nietzsche
(15/10/1844 – 25/08/1900)

Descobri recentemente que meu filosofo predileto, o Frederich Nietzsche, também tinha a paixão por música!

Desconfiei disso tudo, desde que li a famosa frase: “Sem música, a vida seria um erro”.

Apesar de simples, a frase é profunda demais. Uma pessoa que não conhece o verdadeiro valor dessa forma sublime e manifesta do espírito humano, não conseguiria resumir tão bem o nosso sentimento. O sentimento musical.

E como eu admiro ele!

Creio que suas obras são notáveis. As composições, tal como a belíssima Nachklang einer Sylvesternacht (Após o som de uma noite de Passagem de Ano), merece ser apreciada com cuidado, à noite, sem interrupções.

De qualquer forma, ele as fez, e fico com um arrepio na barriga, só em pensar que da mesma forma que os pensamentos foram extraídos da mente para os livros, essas músicas foram extraídas da alma do titã alemão para o piano.

Clique aqui para baixar algumas músicas.

Sadabi, Buíque e cambojanos malucos.

Como vocês já perceberam, dou maior enfoque aos assuntos ligados a minha cidade natal, tenho uma grande preocupação com ela e por isso mesmo, este blog à seu serviço, também é um instrumento informativo sobre a cultura local.

Buíque é uma das terras com mais figuras folclóricas, engraçadas e/ou misteriosas.

Temos o “galego do cigano”, um tipo de Damião-Experiência-folk-neo-experimentalista que mistura em suas canções, temas de política, polícia, casos de amor ferrados, canções sobre jornadas no sertão e o famosa “tirolei” dos alpes.

Outra figura intrigante, o Índio Jurandir, que construiu uma casa bastante rústica, nos buracos das rochas do vale do Catimbau, digo, algo expressamente pré-histórico para uma pessoa como ele. Fora isso, contribuiu muito para a preservação do parque e foi o precursor do turismo naquela região.

Mas certamente, nada ou ninguém vai se comparar ao Mestre Sadabi, “em verdade vos digo” que este senhor, com sua proposta filosófica/metafísica, fez muitas pessoas acreditarem que o próprio era Deus!

Sadabi Alexandri de Farias Rei.

Sadabi Alexandri de Farias Rei.

Ora, ora, ora… Eu já vi isso em algum lugar…
Canudos, Padre Cicero, Egito Antigo e Apocalypse Now!
Poxa, então ele é o Coronel Kurtz Brasileiro?!

Pois bem, “Meu-Rei”, como era conhecido, fez um trabalho milagroso na terra dos Breus, ou melhor, na fazenda Porto Seguro, onde deixou um grande acervo texto-religioso chamado Teologia Divina, (que está disponível para leitura aqui), escrito pelo seu fiel relator Edvaldo, além de uma invejável construção que eles chamam carinhosamente de “Palácio” ou “Casa de Deus”, e sim, acreditem, o velho Sadabi também criou uma moeda local chamada ETERNO, cuja Polícia Federal não gostou nenhum pouco e o resto vocês já podem imaginar…

O interessante é que o nome pega bem, imaginem aí comigo: Sadabismo, ou melhor ainda, Igreja Sadabiana da Teologia Divina do Terceiro Milênio dos Breus. Pega bem mesmo, uma concorrência forte para a Igreja dos Santos dos Últimos Dias (Mórmon).

Infelizmente, em 1999, com seus 116 anos, Sadabi veio a falecer e foi enterrado no seu próprio Palácio. Mas já deixara seu legado para um novo Sadabi, que nascera em 1996 para dar continuidade ao trabalho de dominação mundial em 2040. E ele deve estar por aí, em algum lugar… (Fundo musical de mistério)

Gostaria de mandar um abraço ao amigo Edvaldo, que preserva a imagem e história desse ícone religioso através de sites e de textos publicados.

Múmias.

- Tio, olha só, a segunda múmia bebe cerveja.

- Por isso está mais bem conservada que a primeira.

¬¬

Conversa Gamer.

Chego à conclusão que as produtoras já não fazem jogos como antes. Hoje essa revolução gráfica leva a experiência do Gamer em termos de jogabilidade, para um segundo plano.

Não entendam mal, não estou dizendo que jogos de Atari 2600 são melhores que os títulos de outros consoles mais atuais, porém, com tantos Timeshift, Farcry e Crysis da vida, fica realmente difícil para os clássicos continuarem intactos, tipo Sonic ou Mario.

Vem a mente: Publico alvo, seu imbecil!

Sim, eu sei que fica estranho para um cara de 30 anos, ficar mais empolgado com um jogo de plataforma imbecil “pra-frente-e-pula”, no lugar de um FPS com comandos até pra fazer o personagem peidar as próprias tripas e jogar baldes de sangue percorrendo os lados da tela.

A série Call of Duty como exemplo disso; Um jogo impressionante, mas no quesito das missões, tem a “metralhável” falha de vir com poucas fases. Quando você está pegando o jeito da coisa, depois de algumas realistas missões, o infeliz termina e se você quiser mais do mesmo, terá que comprar as expansões.

Onde estão os jogos como Chrono Trigger? Que infelizmente não entendo o porquê da empresa responsável, a Enix, não dar continuação desde 95, quando o console ainda era o Super Nintendo.

Se para o bom entendedor meia palavra basta; pro bom gamer, meio jogo basta?

Depois temos o aclamado Age of Empires, que depois da segunda versão, programaram um outro motor gráfico e o jogo não ficou com o mesmo gosto, não que o Age of Mythology seja ruim, mas aquela história contextualizada demais, ficou parecendo um curso básico de história.

Quem viver, será. Alguns movie-mentos.

Olá, caros amigos.

O vosso rabugento autor está muito ocupado ultimamente,
o tempo está resumido. Tomando algumas decisórias e
controvérsias atitudes na atravessada vida moderna,
estou quase condicionado ao destino que me limita sobreviver.

O bom disso tudo, é que entendi a idéia de adaptar-se.
Entendi e encarei.

Existem aqueles que ainda não perceberam o quanto é necessário
adaptar-se para se manter aqui depois de tantas crises internas, ou não.

É uma questão de interesse pessoal.
É fundamental para meu próprio sustento.

Por fim, eu não vou fechar o Blog, não há motivo para ficarem animados. :B

Agora o Zin está no 4º período de Letras e atolado
de trabalhos acadêmicos ou serviços de outros tipos,
mas com uma nova mentalidade e renovado em questões de metas.

Para não deixar escasso, a recente boa nova é a produção
de um curta-metragem, onde eu e um grupo de outros malucos,
estamos remontando um conto ambientado
no mundo sujo de Frank Miller, o criador de SinCity.

Cinema é uma área que eu não entendo praticamente nada,
pelo menos não em questões técnicas.
Está sendo uma experiência que apesar de amadora,
está entusiasmando toda a equipe.

Luz, câmera é ação! (Sempre quis dizer isso.)

Abraço e alguns rabiscos no braço,
daquelas que são ruins de apagar,
de caneta Pilot.

Forró de Qualidade: Os Pariceiros! (Re-up)

Nem só de ritmos estrangeiros sobrevive o homem, mais ainda de quando estamos falando de homens nordestinos, como de fato sou. Por isso mesmo e em especial as festas juninas que estão bastante próximas, quero apresentar o precioso trabalho dos músicos arcoverdenses, “Os Pariceiros”.

Um forró tradicional, pé de serra, que resgata a musicalidade do conhecidíssimo Luiz Gonzaga.

No seu primeiro álbum, “Além do pé-de-serra”, as seguintes faixas:

1. Festa Encantada. (George Silva)
2. Além do pé-de-serra. (George Silva)
3. Envolta da Fogueira. (George Silva)
4. Travisseiro de Fulo. (George Silva)
5. Gemedeira. (Zenilton)
6. Hô de Lá. (João Silva)
7. Xote dos cabeludos. (Luiz Gonzaga)
8. Eu quero meu amor. (Assisão)
9. Dona Tereza. (Azulão)
10. Me da meu coração. (Accioly Neto)

Clique aqui para baixar o cd “Os Pariceiros – Além do pé-de-serra”

P.S: Um grande abraço pro amigo, poeta e vocalista George Silva.
Como ele mesmo diria: Saudações Sertanejas!

Set-list: “Eu sou mais Headbanger que você.”

Réquiem

Ontem, dia 9 de maio de 2008, o céu nascia em dia triste, mas merecido de música, de música erudita.

Deixo aqui minha pequena homenagem a um grande homem que trabalhou em favor de nossa nação e que era apaixonado conhecedor de música clássica.

Arthur de Távola

( 1936 – 2008 )

“Música é vida interior, e quem tem vida interior, jamais padecerá na solidão”.
(Arthur de Távola)

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